Os bebês também se comunicam

Os bebês também se comunicam

A pediatria avança, seus conceitos evoluem, mães e pais já percebem e consideram sinais e sintomas que antes não percebiam como forma importante de comunicação dos sentimentos de seus filhos, que muitas vezes ainda nem falam.

As crianças eram criadas de uma forma rígida, sem direito a dar opinião ou se manifestar. Era uma rigidez que chegava a lembrar as Forças Armadas. “Dê de mamar de três em três horas”, “Se a criança não quer ficar no berço, feche a porta e deixe-a chorar”, “Evite ficar com o bebê muito tempo no colo para não mimá-lo demais”.

Era um tal de faça isso, não faça aquilo, aquilo pode, aquilo não, que muitos pais se sentiam impotentes para cumprir tantas normas. Fora a ansiedade causada na hora de tirar as fraldas, por exemplo. Caso a criança não tirasse a fralda até os dois anos, alguma coisa estava errada em seu desenvolvimento. Hoje, já se sabe que em algum momento, até os 3-4 anos de idade, eles começarão a dar sinais de que não precisam mais dela.

Os avanços nos conhecimentos sobre a fisiologia e a psicologia infantil e os progressos nos exames de imagem permitiram descobrir e entender boa parte do funcionamento do organismo infantil, bem como suas emoções e comportamento.

Um guia elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria recentemente, diz que não se deve impor horários tão rígidos como no passado, mostra a importância do aleitamento materno, o melhor alimento por suas propriedades alimentícias, imunológicas e em especial afetivas, como também regular o uso da chupeta e aliviar as cólicas do bebê.

Saiba mais sobre o Guia “Filhos – da gravidez aos 2 anos de idade” aqui.


Um abraço a todos,

Maldonado.